Concerto Kalis Quartet

Local
Espaço CO-OP
Data
14 Março 2015
Horário
18:30
AUTORES
Ana Pinho, Susana Lopes, David Sousa, Joana Oliveira

  geral@co-op.pt

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Programa:

Grand Quartet in E minor - F. Kuhlau Op.103

I- Andante maestoso; Allegro assai con molto fuoco

Fictions , Suite for Four Flutes- Mike Mower

I- Whirlpool II-Drought III- Home Side IV- Flat Out

Kallis Quartet é um projecto de quatro jovens flautistas Portugueses. Este ensemble foi fundado em Setembro de 2014 e tem como objectivos a interpretação de obras de diferentes períodos e estilos, interpretação de obras de compositores nacionais e a internacionalização dos intérpretes portugueses. É formado por Ana Pinho, Susana Lopes, David Sousa e Joana Oliveira.

Biografia:

Ana Pinho é licenciada em Música- Performance, pela Universidade de Aveiro, docente na Academia de Artes de Chaves, Academia de Música de Espinho e Escola Profissional da Serra da Estrela.

Susana Lopes é finalista do curso de Música- Instrumentista de Sopro da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo- Porto.

David Sousa é licenciado em Ensino de Música, pela Universidade de Aveiro, docente na Academia de Música de Espinho e Conservatório de Música e Artes do Dão.

Joana Oliveira é licenciada em Música- Performance, pela Universidade de Aveiro, docente na Academia de Música Costa Cabral e Academia de Música de Paços de Brandão.

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Exposição Arqueologia e Arqueologia de Atelier

Data
10 Janeiro a 05 Fevereiro 2015
INAUGURAÇÃO
10 Janeiro 2015 — 16h30
Horário
Segunda a Sexta
10h — 13h
14h30 — 18h
AUTORES
Pedro Barbosa
Técnica
Escultura e Desenho

  geral@co-op.pt

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Da exposição de um fragmento arqueológico através do desenho à apropriação de premissas da arqueologia no processo Artístico.

Biografia:

Pedro Barbosa é natural de Tomar (1978) e residente no Porto, formou-se em Artes Plásticas-Escultura pela FBAUP. Expõe regularmente desde 2008, com participações em: Serralves em Festa - 2008; 1º Simpósio de Escultura em Gesso Cartonado - 2009; Projecto “Um Século, Dez Lápis, Cem Desenhos - Viarco Express” - 2010; Bienal Encontrarte Amares -2010; Exposição colectiva “Maia Cidade em Performance 0.2” no Fórum da Maia - 2011; Bienal Encontrarte Amares - 2013; Exposição colectiva "CO´LICENÇA" no Projecto Expedição - Maus Hábitos, Porto - 2013; Exposição colectiva ”Exposição Magna Dos Sócios Do PA.FC”, Porto - 2014.

Árvore Solidária

  geral@co-op.pt

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Neste Natal ajude quem mais precisa contribuindo com um presente para os meninos e meninas do Centro Social Santo Adrião.
De 26 de Novembro a 19 de Dezembro a CO-OP arquitectura&reabilitação organiza uma árvore solidária, onde estará representado o pedido de cada criança.
Caso pretenda apadrinhar alguma destas crianças contacte-nos:
- geral@co-op.pt
- 253271240

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Exposição Memórias à Flor da Pele

Data
07 Novembro 2014 a 04 Janeiro 2015
INAUGURAÇÃO
07 Novembro 2014 — 19h
Horário
Segunda a Sexta
10h — 13h
14h30 — 18h
AUTORES
Sofia Beça e Paulo Pimenta

  geral@co-op.pt

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Mesmo que alguém fosse capaz de expressar tudo o que está no seu interior, não oconseguiríamos compreender.”1

Quatro anos depois de Escultura Cerâmica Hoje  5 autores portugueses e O Antes, o Durante e o Depois releio os textos que escrevi para exposições da Sofia Beça. O percurso continua a ser desenhado no esforço de ver respondida uma inquietação humana: Qual o melhor caminho?

Talvez pelas pedras da calçada com atenção às que se soltam ou deslocam do seu lugar; ou saltitando de telhado em telhado incerta da estrutura que o sustenta; ou, quem sabe, correr sem destino atenta à sensação do vento a tocar na nossa pele, que nos congela o rosto, enquanto o corpo liberta um calor que nos humedece.

Na ausência de representações miméticas, as manifestações plásticas da Sofia Beça ficam marcadas pela utilização da cerâmica e, nos últimos anos, pela conquista de um espaço no qual é evidente a crescente depuração, quer no tratamento da matéria, como na síntese formal.

A exposição Memórias à flor da pele transporta-nos para o que está simultaneamente longe e perto de nós ou para o modo como o passado pode ser ativado para o presente - que neste momento se torna, incontornavelmente, passado. Momentos da experiência vivenciada e acerca da qual fará sentido exaltar a intensidade ou dimensão que nos arrepia o corpo e nos abala a alma. A pele que, nos trabalhos da Sofia Beça, possui a expressividade de catarse, de purgação. Pele de texturas e tonalidades que sugerem pequenas explosões contidas, automatismos quotidianos, intermináveis repetições de gestos, ações organizadas, percursos e rotinas realizadas aqui, nesta terra, com a terra, com a argila que absorve, como nós próprios Absorvemos…

Memórias à flor da pele é igualmente título de uma obra em parceria com o Paulo Pimenta. Duas reflexões sobre o si - self - de estrutura não-linear e não cronológica que resultam numa espécie de diálogo espelhado onde se gravam registos fragmentados através e entre os quais nos poderemos encontrar ou reencontrar. Uma escrita a duas mãos que no trabalho do Paulo Pimenta é sempre entendida como um momento de partilha.

As suas fotografias são como mergulhos profundos, discretos, complexos e silenciosamente perturbadores. Partilhas do sentir pelo ver e que, bem distinto do olhar desatento do quotidiano contemporâneo, se cravam em nós. São viagens de, pela e sobre vida - pelos tempos e pelos lugares dos nossos mais diversos eus. São corpos que encarnam personagens e que espelham fantasias, fantasmas, o agridoce dos momentos, dos seres humanos, de lugares mais próximos ou mais distantes, inquietando os nossos mais íntimos segredos e medos.

Assim, exprimem-se sentimentos tão diferenciados e tão próximos como a paixão ou a mágoa, o amor ou a perda, sensações e emoções que de tão silenciosamente se conterem parecem aproximar-se da implosão.

Qual será o melhor caminho?

Talvez encontremos resposta caminhando…, “desenhando e esculpindo a diferentes ritmos, velocidades… sem pressa, mas em direcção a um objectivo agradável (Rousseau, Jean-Jacques, 1712-1778) no qual o tempo e a maneira como se desfruta dele,sem saber o que sucederá após o passo seguinte, estimula-nos a prosseguir.

Passeando, correndo, parando, avançando em direcção a… seguimos e/ou somos seguidos,

tropeçamos, por vezes, caímos e reerguemo-nos…

sentimos e somos sentidos, observamos e somos observados, ouvimos e somos ouvidos, entendemos e somos entendidos umas vezes mais ou melhor e outras vezes menos ou pior… emocionamo-nos e emocionam-nos 2.


Rute Rosas

Fevereiro,2014


Biografia Sofia Beça

Em 1992 finaliza o curso Técnico/Profissional de Cerâmica da Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis do Porto. Faz até 1999 especializações em diversos curso cerâmicos, nomeadamente o curso de “Escultura e Murais Cerâmicos” orientado pelo Ceramista Arcádio Blasco e o de “Cerâmica criativa” com Emilio Galassi , tendo mais tarde trabalhado temporariamente com Arcádio Blasco no seu atelier. Desde 1997 já expos individualmente em diversos locais, como por exemplo no Museu de Olaria de Barcelos (1997), Galeria Sargadelos de Madrid e de Barcelona (Espanha 2005), na Galeria De Lawei, Drachen (Holanda 2008), Galeria Caja Duero em Valladolid (Espanha 2010). Também já participou ao longo destes anos em diversas exposições colectivas, como exemplo no Amakusa Ceramic Art 2003, Hondo (Japão), “1o e 2o Encontro Internacional de Ceramistas em Boassas”, no Museu Nacional de Cerâmica Gonzalez Marti, Valência, (Espanha), Itinerante "Escultura Cerâmica Hoje - 5 autores Portugueses, Museu Amadeu Souza Cardoso, Amarante, “Cerco”, Zaragoza, Museu da Cidade, Aveiro, "Maestros de la Cerámica y sus escuelas - Arcádio Blasco", Museu de Cerâmica de Muel, Zaragoza (Espanha), "Rencontre Internacionale de la Cerámique d ́Art, Sidi Kacem Jélizi, Túnis (Tunísia 2013). Participou também em inúmeros concursos em Espanha, Portugal, República Dominicana e Eslovénia, tendo sido premiada por duas vezes com o 1o prémio do CER.TA.ME (Portugal), menção honrosa na Bienal Internacional de Manises (Espanha), 1o Prémio de Cerâmica Mural, L`Alcora, (Espanha). 2o Prémio na VII Bienal de Cerâmica Artística de Aveiro, 2o prémio da IV Bienal de Ceramica Marti Royo, Espanha, menção honrosa na VIII Bienal de Cerâmica Artística de Aveiro, 2o Prémio do XV Concurso Internacional de Valladolid, (Espanha), menção honrosa na X Bienal de Cerâmica Artística de Aveiro. Tem obra publica em L ́Alcora e em Muel-Zaragoza (Espanha), revestimento de bancos no Parque publico de Paços de Ferreira e Crucifixo para Santuário de Fátima. Realizou também murais cerâmicos para edifícios particulares em Cinfães, Porto e Pinhão (Vinhos Niepoort). Participou em diversos simpósios representando Portugal, no Japão, Espanha, Argentina, Grécia, Portugal, Tunisia, França, Austria e Egipto. Desde 2013 que é membro da Academia Internacional de Cerâmica (ICA).


Biografia Paulo Pimenta

Se a fotografia surgiu por acaso ou não em Paulo Pimenta, leva-o a frequentar o curso superior de fotografia da ESAP que conclui em 1994. A vertente do fotojornalismo é a que mais encarna como primeira paixão, e é no jornal Público, que integra há mais de 15 anos, onde a pode viver todos os dias. E não passa um dia que não fotografe tudo o que lhe desperta o seu sentido de observação mais apurado. A sua efervescência criativa amplia-se quando fotografa os palcos reais e os cenários das histórias vividas que documenta permanentemente. Vê o seu trabalho reconhecido com o prémio máximo de foto-jornalismo Estação Imagem Mora em 2010, com uma foto-reportagem sobre a “Linha do Sabor”, e no ano 2012, e também em 2013, obteve o 2º lugar na categoria Artes e Espetáculos. Em 2012 foi selecionado para o Aday.org, um certame internacional que resultou num livro onde viu publicadas as suas fotografias. O seu trabalho pode ser visto em diversas publicações nacionais e internacionais, como a série de 2010 para a companhia de Teatro As Boas Raparigas, com fotografias de capa, no livro de fotografia Pina Bausch Internationales Tanzfestival NRW 2008, Café Muller ou no livro 15 anos do Público. São diversas as exposições colectivas e individuais que compõem a lista dos seus trabalhos mais relevantes. Destacando-se nas exposições individuais a do Centro Português de Fotografia do Porto, com “Histórias Fora do Palco” na Embaixada Lomográfica do Porto a exposição Encontros/Desencontros, a Exposição “Na casa de” com uma tourné por várias FNAC do país, também a exposição integrada no Projecto Reintegração pela Arte” com “10 Espectáculos, 10 Mulheres”, na Galeria Municipal da Câmara de Matosinhos, a exposição dos “20 Anos de fotografia” do grupo de teatro As Boas Raparigas em mupis por toda a cidade do Porto, a mostra “O meu Paredes de Coura” sobre os 20 anos do Festival Paredes de Coura no Centro Cultural da vila, a mostra “Rock no Rolo”, sobre as “Noites Ritual” no Palácio de Cristal, no Porto, a participação no New York Photo Festival e a exposição “Memórias das Mãos” em Ovar para celebrar a inauguração da Escola de Artes e Ofícios. Integrou diversos projectos multidisciplinares e de carácter social. Actualmente integra o “projectotroika”.

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Exposição ABSTRATTANDO

Data
03 Outubro a 04 Novembro 2014
INAUGURAÇÃO
03 Outubro 2014 — 19h
Horário
Segunda a Sexta
10h — 13h
14h30 — 18h
AUTOR
Alex Davico
Técnica
Pintura

  geral@co-op.pt

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"A Arte é uma equação que precisa ser desenvolvida mentalmente e cuja solução não está, necessariamente, no mundo visível"
Nadir Afonso

Biografia:

Alex Davico, residente em Braga, nasceu em Turim, Itália, no ano de 1979. Frequentou o Liceu Artístico R. Cottini de Turim entre 1994-98. Em 2006 concluiu a licenciatura na Faculdade I de Arquitectura do Politécnico de Turim; veio estudar para Portugal pelo programa Erasmus frequentando, no ano letivo de 2004/05, a Faculdade de Arquitectura da UTL, em Lisboa. No ano de 2013 concluiu o Doutoramento na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, em Guimarães.
Paralelamente à sua formação académica e profissional, desenvolveu a atividade artística, realizando a sua primeira exposição em 1995, na vila de Airasca (Turim). Desde essa data veio a realizar várias exposições individuais e coletivas recebendo prémios a nível nacional e internacional. 1° Prémio Concurso Arte Plásticas INATEL 2012, 1° Prémio VII Bienal Internacional de Artes Plásticas de Santa Catarina da Serra; 3º Prémio Aquae Flaviae, Valores Culturais e Patrimoniais, Chaves; Menção Honrosa para o Premio Internazionale di Pittura, Disegno e Grafica, Arte Città Amica, Turim; Exposições recentes: Mertolarte 2014 (Mértola), Aveiro Jovem Criador 2013, (Aveiro), 7° e 8º Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, Prémio EffettoArte (Palermo), Prémio Cármen Miranda 2011 (Marco de Canaveses); Artistas italianos em Portugal na ASCIP Sala Galleria Italiana (Porto), Museu Dom Diogo de Sousa (Braga), Galeria Lucília Guimarães (Guimarães), Galeria Vieira Portuense (Porto).
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Exposição Fotografia é Comunicar

Data
05 a 30 Setembro 2014
INAUGURAÇÃO
05 Setembro 2014 — 19h
Horário
Segunda a Sexta
10h — 13h
14h30 — 18h
AUTORES
Adriana Assis
António Leão
António Tedim
Florentinus Joseph
Luís Sarmento
Su Gaspar

  geral@co-op.pt

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Numa parceria com o Olhares, a CO-OP arquitectura&reabilitação vai receber, entre os dias 05 e 30 de Setembro, a exposição FOTOGRAFIA É COMUNICAR. A inauguração será na próxima sexta-feira, dia 05 de Setembro pelas 19h.

Esta exposição é o fruto de um concurso que resulta entre o Olhares, o SAPO e a Fundação Portuguesa das Comunicações e tem como objetivo promover o gosto pela fotografia e dinamizar esta arte em Portugal.

A imagem fotográfica é uma forma de comunicação e construção estética que tem um grande impacto no nosso quotidiano. É um meio independente que transmite e veicula informação para que qualquer um de nós possa interpretá-la. Somos consumidores de imagens, mas o mais importante é o que depreendemos delas, o que nos comunicam. Assim, os conjuntos de 5 fotografias submetidas a concurso por cada participante, além de criativos. tinham de ser comunicativos. O desafio está em provocar um turbilhão e sentimentos a quem vê a imagem.

"Qual das minhas fotografias é a minha preferida? A que vou tirar amanhã." - Imogen Cunningham, fotógrafa americana (12 de Abril de 1883 - 24 de Junho de 1976)"

Perto da Estrada

Data
15 Fevereiro a 01 Março 2014
Inauguração
15 Fevereiro 2014 — 16h30
Horário
Segunda a Sexta
10h — 13h
14h30 — 18h
AUTORES
Marco Fidalgo e Fernando Almeida

  geral@co-op.pt

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A ocasião reúne obras de parte do meu trabalho que surgindo ora aparentemente ou não de forma isolada, espontaneamente como a ideia de um desenho ou de um processo em escultura, não pertencendo ou estar ligadas por algum formato “em série”, parecem no entanto insistir em estarem em contacto. São trabalhos que procuram originalmente nas relações que estabelecem com o espaço (depois as outras) do comungar. Como que no agradável da boa discussão tal qual fazemos nas reuniões de bons amigos, Pois, isto parece-me surgir sempre do que nos é “contextualmente comum”. Acho que lhe chamam a “fonte comum” e a água desta fonte que corro por entre estes trabalhos existe, está perto da estada estrada. Então convidamos um amigo e a discussão será sempre melhor, assim temos ainda Fernando Almeida.

Para quem ainda gosta destas coisas, ajudando à partilha , no caso as palavras, deixo-vos com dois pequenos parágrafos de um poeta destas bandas bem conhecido. Obrigado

(…) Ah, compreendo! O patrão Vasques é a Vida. A Vida, monótona e necessária, mandante e desconhecida. Este homem banal representa a banalidade da Vida. Ele é tudo para mim, por fora, porque a Vida é tudo para mim por fora. E, se o escritório da Rua dos Douradores representa para mim a vida, este meu segundo andar, onde moro, na mesma rua dos Douradores, representa para mim a Arte. Sim, a arte, que mora na mesma rua que a Vida, porém num lugar diferente, a Arte que alivia da vida sem aliviar de viver, que é tão monótona como a mesma vida, mas só em lugar diferente. Sim, esta Rua dos Douradores compreende para mim todo o sentido das coisas, a solução de todos os enigmas, salvo o existirem enigmas, que é o que não pode ter solução. (…)

Citação: Soares, Bernardo; Livro do Desassossego, ed. Richard Zenith; obras de Fernando Pessoa, Assírio & Alvim.

Biografia:

Marco Fidalgo é formado em Artes Plásticas-Escultura e em Design, sendo que actualmente vive e trabalha na cidade do Porto. Numa forma geral, o âmbito do seu trabalho abrange algumas questões ligadas ao território, á terra assim como à ideia de identidade e de activismo social. Expõe activamente o seu trabalho desde 2001, na forma individual e colectiva, colabora ainda na organização de iniciativas que promovem a discussão sobre o paradigma artístico e seus processos de questionamento contemporâneos, nomeadamente através de exposições, conferências, simpósios e apresentações públicas.

Fernando Almeida nasceu na cidade de Braga, é formado em Artes Plásticas- Escultura. Actualmente vive e trabalha na cidade do Porto onde colabora activamente em diversos projectos de indole cultural e social. Desde 2006 expõe regularmente, debruçando o seu trabalho para o activismo sócio- político, questionando os modelos de (sobre)vivência da sociedade actual.